terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Acordar cedo, carregar tudo, viajar. Andar para lá, para cá. Sentar-me e me deixar levar.
Não era janela, mas eu podia esticar o pescoço e ver. Passeio curto à velocidade aceitável. Arranque and than....
Can't keep my eyes from the circling skies
Tongue-tied and twisted just an earth-bound misfit, I

Atrás da asa, consegui ver o céu aparecer, com suas nuvens que mais parecem algodão doce. Dá mesmo vontade de soltar o cinto, abrir a janela e simplesmente sair pulando por cima delas. Just like a child!
Tensão. Guardas... We are supposed to show a large number of documents.... Not so confortable...

Mais uma viagem. Desta vez, meus companheiros são a velocidade alta, as luzes e o céu de Miami. Speechless!

Now I´m here! It´s gonna be fun, fun, fun!

New York is fantastic!

Tan tan tan dam dam tan tan tan dam dam...

Times Square, Rockfeller Center, Grand Station Center, 5th Ave., real winter...

Tan tan tan dam dam tan tan tan dam dam...

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

E você reclamando das aulas de origami, porque nunca soube o que fazer com isso na vida prática.
Peguei um pedaço de papel, que deve ter sido um envelope outrora, mas era duro o suficiente para meu ‘propósito do dia’. Recortei.
E você reclamando das aulas de origami, porque nunca soube o que fazer com isso na vida prática!
 Colei os dois triângulos de base reta que obtive depois do recorte. Escrevi meu nome nele.
E você reclamando das aulas de origami e de geometria, porque nunca soube o que fazer com isso na vida prática.
 Passei cola em todas as linhas, para que meu nome não saísse, nem manchasse. Depois, fiz um pequeno furo na lateral e passei um barbante por ele, dando um nó nas duas pontas.
E você reclamando das aulas de origami de geometria e de artes, porque nunca soube o que fazer com isso na vida prática!
Tchã- rã! UMA ETIQUETA!                   
E você reclamando das aulas de origami de geometria e de artes, porque nunca soube o que fazer com isso na vida prática...

sábado, 31 de dezembro de 2011

2011. Dois mil e onze. Dois mil e onze foi um ano difícil. Um ano de morte, de mentiras, de falsidade, de lágrimas, de hipocrisia e de dor. Mas eu venci. Venci com honestidade, com a alegria e com o sorriso que me são característicos. Venci porque tenho muitos –e pacientes- amigos, que podem ser os mais errados aos dos outros, mas são os que eu sei que posso contar, literalmente, a QUALQUER HORA; venci porque tenho força e sorte.
Agradeço aos meus amigos, que, como já disse, me deram apoio. Aos inimigos, não agradeço porque eles não fizeram nada além de me mostrar que eu era mais forte do que pensava, fato que não considero uma mudança significativa, só uma constatação.
Mas não houve nada de bom esse ano?- perguntará você. Eu digo que sim. Conheci muitas pessoas, reconheci outras... Descobri coisas que antes não sabia, vi coisas que antes não via, senti coisas que antes não sentia. E também foi por causa disso que venci. Fui ao chão. Virei cinzas, mas elas só fizeram minhas penas mais vistosas, mais coloridas!
E por isso tudo que digo que bato violentamente a porta atrás de minhas costas e a tranco-a muito cuidadosamente, sem dizer palavra alguma.
Das ist nicht deine Schuld, dass die Welt ist, wie sie ist. Es wär nur deine Schuld, wenn sie so bleibt. WENN SIE SO BLEIBT!
And to all of you, and to all of you… COME ON NOW!
SLAM!
E feliz 2012 para mim e para os que me acompanham.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Miniconto (x +2)

Agenda, 8 de setembro de dois mil e onze:
Importante: há sempre um interesse nas relações humanas, além de uma gota de sangue em cada poema. E não há aula da profa. S.