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terça-feira, 20 de novembro de 2012

FUCKING JESUS.... EMBURRECI!
Não consigo escrever um ensaio autoral. Consigo escrever artigos, redações, o que chamo de poeminhas, historietas, contos e um monte de besteiras, mas não consigo escrever um artigo autoral. Escrevo textos sérios e engraçados, mas não um artigo autoral. Talvez porque ele seja um texto de intermédio, nem um, nem outro. Talvez por que eu não saiba o que é um ensaio autoral, na verdade e em essência. Talvez poque eu não tenha opinião formada sobre tudo e não possa sair por aí escrevendo umas sete páginas a torto e a direito. 
Vale dizer "eu acho que"? Vale falar de mim como "nós"? Vale dizer "eu acho isso, baseado no que li a respeito"? Vale dizer "Cala a boca e me leia que eu sei do que estou falando! Li trocentos textos"? 
Coloquei todas as ideias no papel e, quando vi, já estava artigo. Tentei fazer virar uma de minhas historietas e nada. Era artigo e pronto! Sério demais, derramou. Transbordar não é lá coisa muito legal, já diriam minha vó, meu pai, meus amigos, professores e a banha por cima das minhas calças.
Fiquei dias lidando com aquilo e nada. Escreve muito e não diz nada. Está repetindo. Prolixa, prolixa, prolixa! Escreve muito e não diz nada. Está repetindo. Prolixa! 
Talvez eu não saiba exatamente o está acontecendo. Coloquei todas as ideias no papel. Coloquei, juro!  
FUCKING JESUS.... EMBURRECI!


terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Six long years on your trail

Mais um concurso perdido, mais um texto que posto aqui, sem me preocupar com direitos autorais!
Cabe antes uma explicação: o concurso determinava o número de caracteres a ser escrito e foi daí que a ideia surgiu... Amores na era 2.0!
Lá vai:

O que são duzentas palavras para explicar o que houve entre nós? Ou melhor, entre eu e a ideia que fiz de você?
Sim, foi ideia! E também tem número máximo para ser representada: um. Um olhar diferente, um gole a mais, uma pergunta solta no ar...
O que esperar de duas esmeraldas, em cútis branca, ornamentadas e muito bem definidas por cabelos e sombrancelhas avelã?
Romance a moda antiga em tempos modernos. Don Juan, chegou, conquistou, sumiu! E eu fiquei. Esperando... eternamente esperando! Uma mention, um comentário, um e-mail, um pequeno scrap...
Me restou escrever. Escrever para contar a não sei quem coisas que ninguém mais quer ouvir. 

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Ponto de vista

Escrevi esse texto há muito tempo... Por que não coloquei aqui antes? Não sei... de fato não sei. Já concorri com ele em um concurso, já o vi em segunda fase, o que já me deixa feliz demais, embora eu quisesse ter ganho o tal concurso, como todo e qualquer mortal, diga-se de passagem. Lá vai:


Hoje acordei meio sufocada.  Não respirava direito e o ar parecia quente demais. Depois desse susto, outro: as luzes não eram mais as mesmas. Pareciam foscas, embora me cegassem com a intensidade com que encontravam meus olhos. Ainda assim levantei, me virei para sentar na cama e logo depois me por de pé, como todo estudante quando o despertador toca na mais tenra manhã de um dia que não é nem começo, nem fim de semana. Um dia tedioso... mais um deles! Foi então que percebi que as luzes tinham sido apagadas de repente, e gora, tanto do lado esquerdo, quanto do lado direito, se eu olhasse, veria um breu. Assustei-me. Depois vi que esse breu tinha forma. Tronco... tronco? Braços, tronco, cabeça. Possivelmente, teriam pernas também, mas essas eu não pude ver, devido a altura em que eu estava, fato que percebi nesse meio tempo. Seguranças! Seguranças? Para que eu precisava de seguranças? Me pus de pé para resolver de vez esse problema! Que negócio era esse? Onde é que eu estava? Aquilo parecia meu quarto, mas porque meu quarto teria seguranças? Dei o primeiro passo e colidi com algo que depois descobri o que era... Vidro? Por que vidro? Me tirem daqui já!
O segurança me olhou com uma cara de enfado, não porque tivesse me ouvido; simplesmente porque fazia parte do seu trabalho me vigiar e já era um dia tedioso, que não é nem começo, nem fim de semana. Achou engraçado eu me mexer e balbuciar algo que ele não podia ouvir, coisa que percebi pela sua cara de incompreensão e curiosidade postas numa mesma expressão.  Também achou engraçadas a minha irritação e exigência de rainha contrariada, criança birrenta.  Ficou me olhando espernear e ria-se da quebra de rotina que isso representou. Quando comecei a chorar, desesperada, percebi um início de comoção que logo se dispersou... Hora do almoço!
Foi então que no meio do choro, descobri o que estava acontecendo: eu tinha virado uma preciosidade, uma raridade que deveria ser preservada. O motivo? Não sei! Mas isso explicava os seguranças, o vidro, a altura em que estava... Então percebi que de nada adiantaria minha malcriadez, minha revolta.
Pus no meu rosto meu melhor sorriso, arrumei o quarto o mais bonito e asseado que pude, arrumei vestes galantes e me posicionei na cama do modo que achei mais belo e indiferente, altivo... como as estátuas gregas!, embora eu quisesse mesmo estourar com murros todo o vidro, provocar o som incômodo do soar do alarme, desfigurar a cara daqueles dois brutamontes do meu lado, velando a minha dor contida, e sair correndo, vento no rosto, sol na cara, novos cheiros, novas cores...

sábado, 8 de janeiro de 2011


Quatro do um de dois mil e onze...
Sei lá, só sei que é cedo. Acordei para escrever!
Falando em acordar... Acordei e nem precisei acender a luz para achar a porta. Ela já tinha uma aura em volta de si... TV. Meu pai que nunca dorme!

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Coisas de agenda, em meio a aulas.

Sei lá... não é que a aula estava chata, mas a empolgação mexeu comigo. Sendo assim, lá vai:

Hoje uma colega de classe explicava, empolgada, o que é poesia.
Eu, mal e porcamente sentada, apenas ouvia.
Foi então que descobri porque não gosto desse gênero:
Não entendo, não ouço, não vejo...
Além disso, concisão: não tenho, apenas desejo!

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

I was looking back on my life III

Também achei esse começo de redação, que foi baseada no seguinte poema:
" para lá da cortina além da porta errada
silêncio e só está sentado
e lê num livro velho
a sua própria história".

Devia ser quase uma hora da tarde, e lá estava eu, entre a parede branca e a cortina, que, juntas refletiam o sol e tornavam o meu quarto insuportável, de tão claro. Pensava eu que aquilo era apenas um devaneio, pois nem nos mais doces contos de fadas os quartos eram tão claros. Dada a afirmação anterior, imagine se uma vida, em algum segundo, foi um quarto de paredes brancas iluminado pelo sol.



É uma pena que eu não tenha achado o resto. Como será que essa Aline, lá esquecida no tempo, terminou essa história? A Aline de hoje diria que, certamente, ela teria alguma flor lá meio maldosa pelo caminho.



I was loking back on my life II- Música: uma musa nua.

Essa já é uma redação de Terceiro colegial, cujo tema era música. Um tema que dominou minha vida toda e acho que dominará para sempre... exatamente pelos motivos que você abaixo lerá:

Quando o cansaço é muito, quando a raiva é imensa, quando a raiva é imensa, quando os fios de vontade que nos seguram no mundo real, aquele do sofrimento, são fortes, nos resta uma saída: uma forma de se livrar dos sentimentos ruins: a arte.
A arte mais popular que conhecemos é a música. A música nos enleva, a música nos livra, a música nos liberta dos laços do que é real. Isso já é sabido. Nos resta saber o porquê.
Esse porquê parece permitir várias interpretações. Uma delas seria o fato de a música possuir em apenas três minutos ou em longas três horas, todos os altos e baixos de sentimentos sentidos pelo homem de uma maneira geral.
A música canaliza sentimentos, a música esconde sentimentos, a música revela sentimentos. A música desperta e dorma, desenvolve e revolve, descobre e recobre, discorda e concorda, dissemina e recrimina. Por isso toda a pessoa que possui um sentimento encontrará na música seus correspondentes. Identificará pessoas ou a si mesma, enfim, viverá se quer viver, morrerá se deseja morrer, sofrerá se deseja sofrer, sentirá se deseja sentir. Musa para uns, maga para outros, a música será sempre assim... INCONSTANTE!

I was looking back on my life...



Procurava um caderno de sexta série, para ver se achava algo mais acessível para meus alunos do que as coisas que levo para eles. Achei um caderno meu de quarta série, cuja matéria era a mesma. Achei também coisas e pessoas: achei minha mãe, achei João Bosco, achei Temptations, achei Straus, achei Verdi, achei o corsa vermelho Goya, achei minhas tentativas de cantoria e a paciência de minha mãe, achei Bee Gees, achei meu choro, achei a bronca, achei Super Baba ... tudo isso em fita K7. Espantei-me. Lembre-me. Também achei: meu Pozzoli, meu Bona, meus croquis, minhas cifras, meus poemas (quando foi que passei a odiar isso? Era tão bom antes!) e.... meu caderno com as etiquetas que fiz do Ozzy para colar em cima do Piu-Piu (onde meu pai estava com a cabeça quando comprou esse caderno? Piu-Piu... ora bolas! Metaleiro com caderno de bicho fofinho... bláh!). Achei dentro desse caderno um texto meu sobre meus amores não correspondidos. Nada de surpresas quanto ao tema, somente quanto à escrita. A Aline do quarto ano de Letras tem plena certeza de que não atingiria tal nível oitava série, se tentasse reescrever esse texto hoje:

Certa vez, em um lugar não muito longínquo, aconteceu um caso de amor. Foi instantâneo, repentino.
 Pobre garota, andava triste como alguém que procura algo incessantemente, sem saber como achar. Ao entrar em um estabelecimento vê o que mudaria sua vida para todo o sempre.
Um rapaz magro, estatura média, aparentemente apenas mais um rapaz dentre tantos que ela já encontrara ou conhecera. Ao observar melhor, maravilhou-se. Era um rapaz de pele branca, cabelos longos de cor avelã.
Passado algum tempo, na nova escola, a garota reconhecera de beleza memorável que uma vez vira. Tudo se transformara. Não havia mal que aqueles olhos verdes e brilhantes, que para ela eram como grandes lagos de águas limpas cercados pelas areias brancas de uma praia deserta, não pudessem curar. Não havia tristeza que aquele sorriso não pudesse matar. Sua presença era simplesmente fundamental. Como um médico que visita um doente. Como a luz que ilumina todos os caminhos a seguir.
 Passara o tempo, dado a garota, para que desfrutasse da presença de seu amado. Só notícias lhe restaram. Só lembranças lhe alimentavam a alma. Não havia esperanças. Nem vida. Só a dor. O lago secou. As areias foram levadas pelo vento e a luz se apagou. É a vida. É o amor. É o amante, o mais insignificante dos mortais.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Querida Poesia,
É uma pena. Poderíamos ter passado muitos bons momentos juntos. Poderíamos ter pego um trem de ferro e ido a paraísos onde as aves gorjeiam como em nenhum outro lugar. Poderíamos ter sido amigos do rei. Poderíamos ter ido à China e trazido um vazo chinês. Poderíamos, poderíamos, poderíamos. Valeria à pena, para nós, duas almas longe de ser pequenas. E mares portugueses não seriam o suficiente. Alguém diria “ou isto ou aquilo!”. E nós escolheríamos os dois.
Mas o fato é que nada mais me agrada em você. E não há melopeia, fanopéia ou logopéia que me faça mudar de ideia. Seu ritmo, sua rima, suas imagens, seu encavalgamento sintático, suas palavras. De fato você me irrita e...
Ahhhhhhhhhhhhh messe que estremece enlourece e o sol celestial, girassol, esmorece... vês?  Me enlouqueces!
Admiro sua inteligência, mas sinto que, de fato, se andarmos junto estaremos diminuindo um ao outro e não seria justo. Sei que você sobreviverá muito bem sem mim. Tens admiradores fiéis e só não os deu espaço para não tornar tudo concreto e eu nada entender.
Me dói admitir, mas prefiro a Prosa. Tua irmã, filha da Linguagem.
 Espero que compreenda,
Leitor.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Às vezes bate uma depressão e uma tristeza. Então, como diria um filósofo cujo nome não me lembro no exato momento, tem-se o primeiro passo para a criação. Se isso é verdade ou não, eu jamais saberei. Sei que funciona para mim, e isso, por enquanto, me basta.
Criei uma frase, comecei um poema. Alguém leu e terminou. Posto o que foi feito. É quase uma pastilha anti-ácido.. denso, pesado, mas que se dissolve, e, de repente, não mais que de repente, já foi:


Um pouco de se, muito de quase...
muito cais, muito mais,
acaso, sorte. Muito amanhã.  




ps: Agradeço, hoje e sempre, à Ane Battagy: http://sobrequalquercoisaquevemdedentro.blogspot.com/

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Odeio fazer provas e trabalhos em grupo. Descobri, faz pouco tempo, uma coisa em mim que posso, muito facilmente, chamar de individualidade exacerbada, quase narcisismo, e me dói à beça ver o "escriba da vez" resumir meu texto.
O meu texto, meu amado texto! Aquele que sofri para tirar desse mundo de sinapses de que é constituído meu cérebro e que sofri para passar no papel. Meu amado texto, jogado fora, dilacerado por outras mãos!
Acaso não percebes o quão importante ele é para mim? Acaso não vês que, se escrevi, é porque era essencial para o que eu queria dizer? Não é poema! Não é poema... não é poema..... Como assim não é poema? De fato não é, mas eu quero que tenha traços de poema no meu texto, por que não? 
Diria você que o tempo está acabando. Dane-se a droga do tempo! Eu fico, eu escrevo, mas não corte, dilacere, reduza meu texto à mera resposta... dói. Dói.... Dói! É dor física, é dor mental, é dor de autor.

sábado, 23 de janeiro de 2010

Sobre meu livro...

Uma pessoa querida me deu a idéia de escrever um livro. Pensei seriamente a respeito, e acho que só ela compraria.
Escrever, escrevo bem. E sim, resolvi largar a modéstia feito um cão sem dono numa das rodovias em que passei, de madrugada.
Fato é que eu acho que minha vida não é interessante para livros e que nenhuma editora teria 'peito' de arcar com os meus prejuízos... e os dela.
 Mas, como todas as almas meio enlouquecidas pela arte, pelo cigarro, pela cerveja, vinho e/ou outras drogas (i)lícitas se entendem, eu já comecei a pensar em como escreveria. Uma das idéias estava na minha cabeça agorinha agorinha, mas já sumiu.....
 VIDE O NOME DO BLOG!

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010


O mundo me deprime. O diesel custa R$ 1,98, o álcool, R$ 1,87 e a diferença entre a gasolina aditivada e a comum é de apenas um centavo. O posto tem o nome que provavelmente você já usou para descrever um coleguinha de quinta série desprovido, segundo seus padrões, tão confiáveis quando esses combustíveis, de inteligência. Talvez eu devesse colocar um plural nesse nome, mas isso me incluiria nessa rebordosa, e eu não decidi ainda se pertenço a ela.
As horas? Nem sei. Meu celular está sem bateria, só para variar. O céu está escuro, o que não me dá garantia alguma. O mundo me engana. É claro e já é tarde. É escuro e ainda é cedo. Pelo menos tenho ele para perguntar as horas. Eu queria outra coisa mas, o fato de eu perguntar as horas e ele responder, por enquanto, é suficiente. Ele me odeia, ele não me odeia, ele me odeia, ele não me odeia.... Eu o amo, eu não o amo, eu não o amo, eu o amo... É utópico, e é para sempre, como todas as utopias, quer morra seu idealizador, quer não. Que engraçado! Se o idealizador, que é mortal logicamente, não morre, para onde é que ele vai? Risível! Que horas são? Cinco para uma. Sinal de positivo.
...
Um gole dessa cerveja, quem é que me dará? Lá vem a lata! Que horas são? Uma e meia. Mais um sinal de positivo.
...
As pessoas andam, para lá e para cá. Eu estou vendo tudo. E elas andam. E me vêem também. Que horas são? Dez para as duas. Vocês vão ficar? Faces em dúvida. Bom, eu vou indo... tenho consulta aman... hoje cedo.
Vai pela sombra! Ela me acompanha, seja lá o que isso quer dizer.
As partículas branco-malévolas serão agitadas no ar livre, por moedas-plástico. Pela moeda-papel, penetrarão entranhas. A dúvida é somente quantas. Se é só a sua ou é a dele também. Me pergunto se deveria ter ficado. Talvez eu salvasse uma alma, talvez eu perdesse a minha. Enfim.....
Parto sem olhar para trás. E agora, a rebordosa é minha, comigo. A mulher-medrosa aguça todos os sentidos e agarra a bolsa, para não ser pega de surpresa. A mulher-forte diz que tudo isso é babaquice e que o melhor é mesmo andar. A adolescente salva-mundo depressiva corre, desesperada e em disparada, e talvez se atire na frente do primeiro caminhão que encontrar. A criança chora mais desesperada que a adolescente. A mulher-forte diz: ande! Dez, vinte, trinta, quarenta, cinqüenta metros, e a mulher-medrosa olha para trás. Talvez eu devesse ter ficado. Babaquice, diz a mulher-forte. A adolescente salva-mundo já foi dessa para melhor, e a criança ainda chora.
Alguém, lá dentro diz: vai doer só um pouquinho. E a faca é retorcida... Um pouquinho mais, um pouquinho mais. A criança chora. Babaquice, diz a mulher-forte.
Ao final, o que temos é a vitória da mais improvável: a criança. Chego a minha casa, tiro os sapatos que, assustadoramente, se assentaram perfeitamente aos meus pés. Tiro também tudo aquilo que antes era assentado ao meu corpo e que agora me aperta. Um camisão, por favor! E as lágrimas virtuais vertem, como se fossem seguras apenas pelas roupas justas.
A cama é o mais aconchegante que consegui. As lágrimas vertem, a luz apaga e o celular tem sua bateria de volta, assim como a dona, mulher-forte, apesar das outras. O bom é que tudo isso me dá o que escrever, pelo menos.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

E já que eu aprendi a colocar vídeos nesse blog.......

Eu gostaria de ter publicado ontem esse texto, mas, sem o vídeo não tinha graça. Já que só hoje consegui entender como faz para colocar um vídeo aqui, posto hoje, sem maiores problemas ou prejuízos para o meu texto! XD
Faz tempo que não escrevo aqui sequer uma palavra. Tentei...juro! Mas o que acontece comigo talvez aconteça com todos os escritores, de menos ou maior cacife, ou com os loucos mesmo: simplesmente, na minha mente, a história fica completa e muito mais valiosa. Quando as passo para o papel (mesmo este aqui, virtual), metade da história original se dissipa (talvez por isso o nome desse blog).
E hoje, após essa reflexão chula a respeito da descrição do "fazer estórico" (acabei de criar esse termo, acho, em contraposição ao já batido "fazer poético"), digo que não escreverei muita coisa não. Nem ligo... nem meus amigos xeretam esse blog! Eu só queria colocar aqui um vídeo de uma música que conheci por um acaso e que acabei por gostar, e muito, apesar de ela não fazer parte do grupo "músicas que é certeza que a Aline gosta". A música chama-se Vaya con Dios e é de autoria de Les Paul (sim... o cara das guitarras... e de muitas outras coisas!) e de sua mulher, Mary Ford. Aí fica o vídeo (o melhor que pude achar) e a letra, para que você possa ouvir (e ver) um pouquinho.

Now the hacienda's dark
The town is sleeping
Now the time has come to part
The time for weeping

Vaya con dios, my darling
Vaya con dios, my love

Now the village mission bells are softly ringing
If you listen with your heart
You'll hear them singing

Vaya con dios, my darling
Vaya con dios, my love

Wherever you may be, I'll be beside you
Although you're many million dreams away
Each night I'll say a pray'r
A pray'r to guide you
To hasten every lonely hour
Of every lonely day
Now the dawn is breaking through a gray tomorrow
But the memories we share are there to borrow

Vaya con dios, my darling
Vaya con dios, my love

[Musical Interlude]

Vaya con dios, my darling
Vaya con dios, my love