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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Protesto interiorano II
Aproveito esse espaço para divulgar essa reportagem e fazer meu papel de cidadã direito. Os bairros mostrados nela são os mais distantes do centro, o que não conta muito, pois, o centro também está com situações muito parecidas. O mais engraçado é que, até a rua da casa do responsável pela cidade está um verdadeiro lixo. Sem contar que há os outros problemas que a reportagem também aponta. Pensem mais na próxima eleição e comprem suas geladeiras vocês mesmos, pelo amor de Deus!
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Recebi essa mensagem por e-mail e resolvi postá-la. É uma boa reflexão.... pense a respeito!
Nós bebemos demais, gastamos sem critérios. Dirigimos
rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde,
acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV
demais e raramente estamos com Deus.
Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.
Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos
freqüentemente.
Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos
à nossa vida e não vida aos nossos anos.
Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a
rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas
não o nosso próprio.
Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.
Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo,
mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos
menos; planejamos mais, mas realizamos menos.
Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.
Construímos mais computadores para armazenar mais
informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos
comunicamos cada vez menos.
Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta;
do homem grande, de caráter pequeno; lucros acentuados e
relações vazias.
Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas
chiques e lares despedaçados..
Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral
descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das
pílulas 'mágicas'.
Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na
dispensa.
Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te
permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar
'delete'.
Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas
não estarão aqui para sempre.
Lembre-se dar um abraço carinhoso em seus pais, num amigo,
pois não lhe custa um centavo sequer.
Lembre-se de dizer 'eu te amo' à sua companheira(o)
e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, se ame...
se ame muito..
Um beijo e um abraço curam a dor,
quando vêm de lá de dentro.
Por isso, valorize as pessoas que estão ao
seu lado, sempre.
rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde,
acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV
demais e raramente estamos com Deus.
Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.
Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos
freqüentemente.
Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos
à nossa vida e não vida aos nossos anos.
Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a
rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas
não o nosso próprio.
Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.
Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo,
mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos
menos; planejamos mais, mas realizamos menos.
Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.
Construímos mais computadores para armazenar mais
informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos
comunicamos cada vez menos.
Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta;
do homem grande, de caráter pequeno; lucros acentuados e
relações vazias.
Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas
chiques e lares despedaçados..
Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral
descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das
pílulas 'mágicas'.
Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na
dispensa.
Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te
permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar
'delete'.
Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas
não estarão aqui para sempre.
Lembre-se dar um abraço carinhoso em seus pais, num amigo,
pois não lhe custa um centavo sequer.
Lembre-se de dizer 'eu te amo' à sua companheira(o)
e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, se ame...
se ame muito..
Um beijo e um abraço curam a dor,
quando vêm de lá de dentro.
Por isso, valorize as pessoas que estão ao
seu lado, sempre.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Um dia você descobrirá que nem tudo na vida é fácil. Nem todos são seus amigos, nem todos seus sonhos se realizarão. Então, alguém lhe dirá que isso é a vida e que é melhor conformar-se. Ou dirá algo pior, mais dolorido: o famoso "Eu te avisei".
Mas, se avisos e conselhos fossem tão bons quanto se prega que sejam, com a sociedade como está hoje em dia, eles seriam vendidos a preço altíssimo.
Ah sim! Outra coisa que você descobrirá é que se alguém puder te prejudicar e esfregar na sua cara todo o objeto de seu desejo e dor, ela o fará, e com o melhor dos sorrisos.
Minha raiva é também porque estou sem telefone, quase sem dinheiro, sem moral, sem juízo, sem alegria.
Vi névoas e o cheiro verde de mato coberto pela lua. Vi um mundo colorido com giz pastel, cores suaves. Vi uma criança de olhos claros me olhar e sorrir. Não um sorriso inocente a que, geralmente, se atribui a um ser de pouca idade. Era um sorriso presunçoso e desafiante. De repente, ela correu. Correu para dentro da névoa. Desesperei-me. Quis gritar e a única coisa que fiz foi abrir a boca e estender o braço direito, num grito mudo. E, de repente, não era névoa, e sim o sereno na grama molhada, e não era um braço estendido em desespero, era um braço segurando uma lata de Coca-cola. Não era grito, mas sede. A criança sim, essa era mais real do que tudo: era a sombra do que nunca será, do que nunca foi.
Um dia, você também descobrirá...
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